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ISABEL CRISTINA POR OUTRO OLHAR


Nova biografia da Princesa Isabel é lançada em São Paulo. O novo enredo é traçado a partir do olhar feminino deste modo construindo um novo esteriótipo da possível Imperatriz do Brasil, caso o Golpe não tivesse sido deflagrado em 1889. Mesmo dando ênfase na personagem analisado pelo lado do gênero, possivelmente encontraremos resquícios da narrativa de Del Priore. "Castelo de Papel".  Onde constantemente vemos uma consternação familiar e uma intensa disputa política. 

Clique no link: http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2014/11/1549046-biografia-investiga-princesa-isabel-pelo-aspecto-feminino.shtml


19 de nov. de 2014
Postado por UENES GOMES

PORTUGUÊS MEDIEVAL

Versão impressa do 'Vocabulário do Português Medieval
Versão impressa.
 O “Vocabulário do Português Medieval”, um lista com cerca de 170 mil palavras que eram usadas nos atuais territórios de Portugal e da Galícia (norte da Espanha) na Idade Média, foi lançado nesta sexta-feira (10), no Rio de Janeiro, após 35 anos de pesquisa.
A obra, elaborada por filólogos e lexicólogos da Fundação Casa de Rui Barbosa, instituto vinculado ao Ministério da Cultura. O vocabulário, em que cada palavra em desuso está vinculada ao seu correspondente atual, foi elaborado a partir de documentos datados em Portugal e na Galícia entre os séculos XIII e XV, segundo o ministério.
A obra, que começou a ser redigida em 1979, também permite identificar a origem comum do português e do galego e os diferentes caminhos que os separam. Além do trabalho de buscar e compilar os documentos originais, o projeto levou 35 anos para ficar pronto por causa das dificuldades de publicação.
Os autores tentaram pela primeira vez em 1984 mas, sem patrocínio, se limitaram então a um fascículo. Em 1986 e em 1994 foram publicadas adaptações em partes, mas não todo o vocabulário. A lista só foi completada em 1999, quando foi digitalizado. E só agora, com o patrocínio do ministério, os autores conseguiram lançar mil exemplares do vocabulário, que tem dois volumes.
FOLHA DE SÃO PAULO
12 de out. de 2014
Postado por UENES GOMES

OS LEGADOS DA REVOLUÇÃO FRANCESA: Declaração dos Direitos do Homem.

A Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão foi anunciada ao público em 26 de agosto de 1789, na França. "Ela está intimamente relacionada com a Revolução Francesa. Para ter uma ideia da importância que os revolucionários atribuíam ao tema dos direitos, basta constatar que os deputados passaram cerca de 10 dias reunidos na Assembléia Nacional francesa debatendo os artigos que compõem o texto da declaração. Isso com o país ainda a ferro e a fogo após a tomada da Bastilha em 14 de julho do mesmo ano", explica o professor Bruno Konder Comparato, professor no Departamento de Ciências Políticas da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade da Cidadania Zumbi dos Palmares.
A Liberdade Conduzindo o Povo, de Delacroix: França exporta revolução. Imagem: Corbis/Stockphotos
A Liberdade Guiando o Povo,  de Delacroix:
França exporta revolução. Imagem. N.E.
Havia urgência em divulgar a declaração para legitimar o governo que se iniciava com o afastamento do rei Luís XVI, que seria decapitado quatro anos depois, em 21 de janeiro de 1793. "Era preciso fundamentar o exercício do poder, não mais na suposta ligação dos monarcas com Deus, mas em princípios que justificassem e guiassem legisladores e governantes", diz o professor. 
A importância desse documento nos dias de hoje é ter sido a primeira declaração de direitos e fonte de inspiração para outras que vieram posteriormente, como a Declaração Universal dos Direitos Humanos aprovada pela ONU (Organização das Nações Unidas), em 1948. Prova disso é a comparação dos primeiros artigos de ambas:
• O Artigo primeiro da Declaração de Direitos do Homem e do Cidadão, de 1789, diz: "Os homens nascem e permanecem livres e iguais em direitos. As distinções sociais só podem fundar-se na utilidade comum".
• O Artigo primeiro da Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948: "Todos os homens nascem livres e iguais em dignidade e direitos. São dotados de razão e consciência e devem agir em relação uns aos outros com espírito de fraternidade".
O professor chama a atenção sobre os direitos sociais, não mencionados explicitamente no texto do documento. "Ela se concentra mais nos direitos civis, que garantem a liberdade individual - os direitos do homem - e nos direitos políticos, relativos à igualdade de participação política, de acordo com a defesa dos revolucionários do sufrágio universal, o que corresponde aos direitos do cidadão".
Foi também na Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão que o lema da República Francesa se inspirou: "liberdade, igualdade, fraternidade". O professor Bruno afirma que, dos três, a igualdade era o mais importante para os revolucionários. "No turbulento período que se seguiu à revolução, sempre que foi necessário optar, sacrificou-se a liberdade em defesa da igualdade. É o que explica a centralização do poder e o regime do terror", afirma.

Este artigo está disponível no site da Revista Nova Escola. Abril.
29 de jul. de 2014
Postado por UENES GOMES

VÍDEO DESTAQUE

A HISTÓRIA DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA DO NORTE. O vídeo é uma produção do site Café História e a Café História TV.


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